Rodrigo Cunha participa de reunião de diretoria da Fecomércio

Compartilhe:

O deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB) participou da reunião de diretoria da Fecomércio AL hoje (30), a convite do presidente da entidade, Wilton Malta. Em pauta, a atuação do parlamentar na Assembleia Legislativa, o momento econômico em Alagoas, a possibilidade de trabalhos em conjunto e as dificuldades do setor do comércio de bens, serviços e turismo na área fiscal colocada pelo Estado.
Eleito o deputado mais votado no Estado, Cunha ficou sete anos à frente do Procon e disse que no órgão seu propósito maior foi buscar informar os consumidores sobre seus direitos e também protegê-los. Segundo Cunha, na Assembleia, ele afirmou não querer deixar passar a oportunidade de fazer um bom trabalho que traga retorno positivo à sociedade alagoana.
Confiante na frente parlamentar, Cunha se coloca na condição de articulador com o objetivo de adotar um trabalho no legislativo. O deputado explanou para o Malta e a diretoria da Fecomércio que tem como bandeira a transparência, inclusive expondo na internet os recursos públicos recebidos e a forma como foi gasto. Ele exemplificou o processo de seleção pública que adotou para compor um gabinete técnico.
Na oportunidade, Cunha comentou sobre conversa com o Sebrae no intuito de realizar um mutirão para negociação de débitos e convidou a Fecomércio a participar. Em 2013, o Procon realizou um mutirão e o resultado foi 11 mil atendimentos em três dias.
Situação
O presidente do Sindilojas Palmeira, Gilton Lima, comentou a penalidade que o empresário sofre com o pagamento do ICMS antecipado adotado em governos passados pelo Estado. Apoiado por todos os presidentes de sindicatos presentes, o presidente do Sincadeal, Valdomiro Feitosa, chegou a afirmar que o maior prejuízo para os empresários do Estado são as elevadas cobranças feitas pelo Estado ao setor. “Não pedimos um tratamento melhor. Pedimos condições igualitárias com os empresários do Nordeste”, afirmou.
De acordo com Valdomiro, houve uma queda na produção de pães em Alagoas em torno de 30% a 35%, de fevereiro até agora. No Estado existem em torno de 1.500 panificações e 3 mil mercadinhos.
O presidente da Acadeal, Zezinho Vieira, comentou que o Estado perde quando empresários compram nas multinacionais, localizadas em Alagoas, com o intuito de revender.
Ao final, Cunha destacou a importância do encontro pelo volume de informações que foi transmitido.

Leia mais

Rolar para cima