
Uma iniciativa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio AL) reuniu, hoje (10), representantes do Sebrae Alagoas e dos empresários dos bairros Pinheiro, Mutange e Bebedouro a fim de discutir como a entidade poderá desenvolver uma metodologia para quantificar os prejuízos e os lucros cessantes dos comerciantes da região.
A medida atende a um pedido feito pelo o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas (TJAL), Tutmés Airan, em recente encontro (29/06) com o presidente da Federação, Wilton Malta, mas também deve subsidiar órgãos públicos e entidades representativas dos empresários em suas ações, uma vez que trará uma estimativa do montante a fim de resguardar o valor para um futuro ressarcimento.
A proposta da Fecomércio é realizar um cadastro com os empresários, juntando na declaração documentos comprobatórios que validem a quantia estimada. O encontro de hoje propôs uma construção participativa das entidades nessa metodologia. Isto é importante para avaliar as particularidades dos empreendimentos, a exemplo do porte e do segmento, bem como problematizar possíveis situações para, dessa forma, encontrar a melhor alternativa que venha a subsidiar o levantamento.
“Isso vai ajudar aos empresários, individualmente ou coletivamente. Será um instrumento que facilitará a coleta das provas para composição de acordo ou, não havendo, uma possível demanda jurídica”, explicou Graça Carvalho, assessora técnica da Fecomércio.
Um novo encontro para tratar o assunto foi agendado para o dia 18 de junho. Participaram da reunião o presidente da Fecomércio, Wilton Malta; a gerente de políticas públicas do Sebrae, Renata Fonseca; a representante da Federação das Associações de Moradores e Entidades Comunitárias de Alagoas (Famecal), Siverônia Galdino, que esteve presente em nome dos empresários de Bebedouro e Mutange; e Alexandre Sampaio, presidente da Associação dos Empreendedores no Bairro do Pinheiro.