Reforma Tributária foi tema da primeira edição do Sunset Fecomércio

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Em meio à beleza do pôr do sol, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio AL) promoveu, na última sexta-feira (04.04), o Sunset Fecomércio, projeto que trouxe, em sua primeira edição, a Reforma Tributária como tema; assunto relevante devido às mudanças recentes que entrarão em vigor a partir de 2026.

O presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac AL, Adeildo Sotero, explica que o projeto foi pensado para fortalecer a comunidade empresarial do comércio de bens, serviços e turismo alagoano e para criar conexões. “Hoje, para nós que fazemos o Sistema, é um dia importante porque esse evento tem como finalidade aproximar os empresários do Sistema do Comércio e construir um espaço para a troca de experiências”, disse.

A deputada estadual Cibele Moura (MDB), que vem realizando um trabalho para instituir a Frente Parlamentar em Defesa do Comércio, na Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas, falou sobre a importância do debate trazido pelo evento. “Conversar sobre temas tão difíceis para classe empresarial de Alagoas, que é a reforma tributária, que são os impostos, que é o que dói no bolso de vocês e no meu também, que também sou empresária todos os dias. É em momentos como esse, reunindo pessoas, que a gente consegue defender [os interesses] e escutar os problemas”, disse.

 

Reforma Tributária

O tema Reforma Tributária foi debatido, de forma leve, pela assessora tributária da Fecomércio AL, Ana Kummer; tudo para criar um ambiente convidativo ao diálogo. “Eu brinco, às vezes, que a reforma tributária é um emaranhado de mudanças. Muitos falam que ela vem para tornar ainda tudo mais complexo, mas a realidade é que o nosso sistema atual já é complexo e não eficiente. Eu não estou dizendo que o novo sistema adjura esse objetivo de eficiência, de excelência, mas pelo menos a gente está buscando mudanças, transformações”, observou.

Ela ressaltou que os atuais cinco tributos passarão a ser três, que são a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a contribuição em si, demonstrando que a reforma foca sobre o consumo. “Temos um imposto de renda que ele vai permanecer, não vai ter mudanças. O ITCMD permanecerá com a alteração sutil, passando a ser progressivo, mas tem um detalhe importante: ele só poderá atingir a progressividade se tivermos aí uma legislação”, explicou, entre outros pontos debatidos.

 

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