Guias da Contribuição Sindical começam a ser emitidas pela Fecomércio e Sindicatos filiados

Compartilhe:

Até o dia 31 de janeiro, as guias para a Contribuição Sindical Patronal de 2014, que são emitidas pela
Fecomércio/AL e sindicatos filiados, devem ser pagas. Este documento tem previsão legal na Consolidação das Leis
Trabalhistas (CLT), por ser um instrumento para as entidades sindicais na defesa dos interesses do segmento.
Este valor pago anualmente objetiva fortalecer e contribuir para o desenvolvimento do setor, subsidiando o
desenvolvimento das ações representativas. A contribuição sindical também tem um cunho social, pois o fortalecimento
do setor incentiva a geração de emprego e renda, o que acaba contribuindo para o desenvolvimento econômico-social
do Estado.
Para fazer a emissão da guia sindical, basta acessar o site da Fecomércio AL (fecomercio-al.portaldocomercio.org.br/), onde
constarão as informações necessárias para a sua contribuição, ou clicar aquieser direcionado automaticamente para a
páginas da geração das guias.
FALSOS BOLETOS
Durante todo o ano é comum as empresas receberem boletos emitidos por entidades às quais não são
associadas ou, até mesmo, de fachada. E, no período em que as entidades de classe legitimadas realizam a cobrança
anual, o número de boletos fraudulentos aumenta.
Para evitar prejuízos, a Fecomércio/AL orienta as empresas a observarem a origem dos documentos. Como os
boletos apresentam as mesmas características encontradas em boletos legais, a ilegalidade da cobrança pode passar
despercebida. Outra forma de precaução é confirmar se o sindicato emissor tem registro legal. O MTE disponibiliza em
seu site a área Consultas ao Cadastro Nacional de Entidades Sindicais (CNES).
“Às vezes, a entidade até é legalmente constituída, mas envia boletos de cobranças a empresários que não são
associados a ela. Quem realiza essa prática, argumenta que é um ‘boleto proposta facultativo’. Caso seja pago, a
empresa acaba se tornando filiada. Por isso, é importante prestar atenção ao documento e investigar a origem para
evitar pagar um falso boleto ou se filiar a uma entidade sem ter esta intenção”, orienta Wilton Malta, presidente da
entidade.

Leia mais

Rolar para cima