Fecomércio promove palestras sobre a economia alagoana e o eSocial

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A Fecomércio/AL promoveu, na manhã desta quinta-feira (13), durante a reunião de diretoria, um breve debate sobre a economia alagoana. Na ocasião, além dos diretores da Federação, representantes de entidades do setor do comércio e serviços tiveram a oportunidade de assistir às palestras “Cenário Econômico para 2014”, com Fábio Guedes (professor de Economia da Ufal) e “eSocial: você está preparado?”, com Cícero Torquato (consultor contábil e tributário).
Na abertura da reunião, o presidente em exercício, Gilton Lima, destacou a importância do setor para o desenvolvimento econômico e a necessidade dos empresários estarem atentos ao e-Social, uma novidade que irá alterar a forma como as empresas repassarão aos órgãos governo informações relativas aos colaboradores.
Palestras
Apresentando as perspectivas econômicas para o Estado este ano, o economista Fábio Guedes afirmou que a economia alagoana continua concentrada no comércio e em serviços. “Esses setores representam 68,7% do total (em 2010 alcançou seu maior percentual desde 1995, 72,1%); são os maiores contribuintes em arrecadação tributária”, pontuou. Em sua análise, à medida que o comércio e serviço vem registrando crescimento, a agropecuária continua numa trajetória declinante, representando apenas 6,1% de contribuição para a economia.
Após a explanação econômica, o consultor contábil e tributário, Cícero Torquato, abordou o tema eSocial; um projeto do governo federal que visa recolher as informações trabalhistas e centralizá-las num único ambiente. “Este programa vai coletar as informações trabalhistas, previdenciárias, tributárias e fiscais relativas à contratação e utilização de mão de obra onerosa, com ou sem vínculo empregatício e também de outras informações previdenciárias”, explicou Torquato.
Com o eSocial, o governo objetiva racionalizar e uniformizar as obrigações acessórias para os empregadores, com o estabelecimento de transmissão única para os diferentes órgãos. As informações serão enviadas via arquivos no formato xml, os quais serão validados e armazenados em um ambiente consorciado e depois distribuídos aos entes partícipes.

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